Em cada ficha de prato, um conselho do sommelier explica o tipo de harmonização procurado e indica vinhos da sua carta, um por estilo, com o motivo de cada escolha. Na conversa, «que vinho acompanha este prato?» recebe a mesma resposta. A harmonização impressa na sua carta tem sempre prioridade.
O sommelier IA nunca indica um vinho que não conste da sua carta. Se a sua carta já apresentar uma recomendação sob um prato («Vinho recomendado: …»), esta é reconhecida, apresentada em primeiro lugar e associada à garrafa da sua garrafeira.
Quando a carta não indica nada, o motor escolhe da sua garrafeira, com base na estrutura do prato e na de cada vinho.
Cor, castas (as que constam da carta ou, caso contrário, deduzidas da denominação), estrutura, teor alcoólico, formatos servidos (copo, garrafa) e calorias por copo. A carta de vinhos mantém a sua organização original (por região, por cor, a copo ou à garrafa) e também pode ser apresentada de forma estruturada.
As castas de um vinho nunca são inventadas: quando a carta não as indica e a denominação não as impõe, a ficha abstém-se.
As bebidas clássicas são descritas por uma referência verificada: cocktails da IBA (negroni, spritz, mojito, old fashioned…), aperitivos anisados, kirs, vinho quente, irish coffee, sumos, águas. Cada uma recebe o seu formato, as suas calorias e o seu teor alcoólico tal como é servida. As cervejas são agrupadas em pressão e garrafa, com os respetivos formatos.
Para um cliente que não bebe álcool, a harmonização é feita por categoria de bebida: um bitter ou um tonic, água com gás, chá frio ou sumo natural, consoante o prato — sempre entre o que serve.
Importe a sua carta de vinhos: cada prato recebe um conselho de sommelier e harmonizações da sua garrafeira.